parece que sou uma mulher de armas. este fim de semana andei armada dos pés à cabeça a enfeitar as paredes e os tectos do novo cantinho.
e de repente, vindo do nada, dei por mim a baixar as armas. porque isso às vezes é mesmo necessário.
então, ouvi músicas de outrora, que custaram a arrancar. isto porque com um transistor do tempo dos nossos avós, a coisa leva o seu tempo a aquecer. como eu às vezes.
e lá para o meio da noite, quase que nos vi, quais marionetas livres, a cantar e a rir sem pressas.
CML